Conheça o poder da Glicina

O metabolismo de um ser humano é quase que a representação orgânica do que seria a sua alma, já que ele dita o ritmo de funcionamento do seu corpo. Para colaborar em seu funcionamento, as proteínas são elementos fundamentais.

Indo mais a fundo, podemos perceber que, dentre os conjuntos de aminoácidos que formam as proteínas, existem aquelas consideradas essenciais (não produzidas ou sintetizadas pelo corpo) e as naturais (produzidas ou sintetizadas pelo corpo). Apesar de pertencer ao grupo dos aminoácidos naturais, existem muitas delas que tem seu potencial pouco conhecido pela grande maioria das pessoas.

Falaremos sobre um importante elemento que pertence a esse grupo: A glicina.

 

Importância muscular e corpórea

Pelo simples fato da glicina ser um elemento que o nosso organsimo produz, ela acaba não tendo tanta atenção por parte de nutricionistas ou dermatologistas com relação a doses de suplemento. Porém, a sua eficiência no corpo humano fica evidente em três aspectos importantes: Metabolismo, glicemia e muscular.

folixinA influência em dois setores (gligêmico e metabólico) se dá pela capacidade da glicina em transformar o excesso de glicose contido em nosso corpo e transformá-lo em energia.

Essa reação química favorece não só o controle das taxas de glicose para pessoas que sofram de diabetes mas também para aumentar o funcionamento do seu metabolismo que, com mais energia, tem maior exigência de atividades que gastem essa energia acumulada.

O aspecto muscular na atuação da glicina se refere a capacidade desse aminoácido em equilibrar os níveis de proteína nos músculos, além de papel trivial na regeneração de tecidos, trabalho gástrico, controle do sistema nervoso etc.
Glicina nos alimentos

Informe-se mais acessando ao blog do follixin.

Mesmo que o corpo já tenha a sua fonte própria de glicina, ela também pode ser encontrada em vários alimentos presentes de maneira comum em nossa rotina:

  • Carne vermelha: Nos seus mais diversos aspectos, com destaque especial para a bovina;
  • Carne branca: Inúmeras espécies de peixes;
  • Grãos: Presente na cevada, centeio, ervilha verde, feijão, entre outros;
  • Leite e todos os seus derivados: Queijos, requeijões, manteigas, etc;
  • Verduras e legumes: Abóbora, beterraba, cenoura, mandioca são as fontes mais abundantes de glicina.

Além de ser um aminoácido presente de forma integrada aos alimentos citados, ele também pode ser utilizado no aspecto comercial do alimento, já que ele serve de conservante ou agente otimizador de sabores doces.

Glicina industrializada

O seu papel já citado na questão muscular é explorado também para as pessoas que frequentam academias e que gostam de adicionar ao seu cardápio e enriquecer os resultados dos exercícios um suplemento alimentar. A glicina pode ser consumida nesses casos em pó ou em cápsulas, vendidas nas mais variadas lojas especlizadas em itens para academia ou em farmácias de manipulação.

Suas fómulas mais conhecidas são divididas em duas situações: O glicinato férrico que, como o nome já diz, tem influência direta na absorção de ferro por parte do corpo, ideal para quem tem problemas de anemia, e o suplemento de glicina, mais específico para quem treina e precisa de relaxamento muscular.

Os seus efeitos mais evidentes nesse caso são a redução da chamada fadiga muscular, o auxilio na resistência e aumento da mesma, além de também trazer incentivo ao HGH, conhecido como o hormônio do crescimento.

Necessidade diária de glicina

Pode se encontrar a glicina em muitos alimentos (citados anteriormente) além da produção natural do corpo humano. Portanto, os estudos já feitos indicam que uma dieta variada entre carnes, frutas, legumes e grãos dificilmente não possuirá a dose necessária desse aminoácido para que seu organismo funcione de maneira normal.

Utilização medicinal

Além do seu uso contínuo com relação a remédios de alergia, a glicina também já é estudada há alguns anos por pesquisadores brasileiros, a fim de descobrir se ela possui realmente o potencial de resolver problemas graves relativos ao intestino como a enterocoline necrosante, sendo a necrose e coagulação das paredes do trato gastrointestinal. No entanto, nenhum resultado conclusivo foi encontrado até então.

Veja também http://ie.follixin.com/ e esse artigo sobre o Follixin

 

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